Área social e educacional

O SOLAR DE BOTAFOGO, Ciente de sua responsabilidade social, manterá suas portas sempre abertas a iniciativas que visem o bem estar da comunidade. Permaneceremos atentos e dispostos a participar de campanhas de ajuda e esclarecimento, oferecendo nossas instalações e produções como “moeda de troca”, em troca de solidariedade.

Teremos sempre, em nossos cursos, uma cota de bolsas para alunos de baixa renda. Além disto, buscaremos parcerias junto ao empresariado para que seja possível a criação de cursos inteiramente subvencionados, onde, além de freqüentar gratuitamente as atividades, o aluno possa até mesmo receber uma ajuda de custo.

Será feito um trabalho sério de formação de platéia junto às escolas (Projeto Escola no Solar), associações de funcionários, estabelecimentos comerciais e condomínios, transformando o cidadão que mora ou trabalha em Botafogo, qualquer que seja a sua idade, em um parceiro efetivo, com atuação direta na escolha das atividades que serão desenvolvidas.

Uma de nossas primeiras ações foi patrocinar o time de futebol de um dos principais condomínios de Botafogo, o edifício CASA ALTA, que para felicidade de todos sagrou-se Campeão do Campeonato do Sindicato dos Empregados de Edifícios do Rio de Janeiro.

Outro fato que vale ser ressaltado é o incentivo que estamos oferecendo as principais escolas de teatro do Rio de Janeiro. Já recebemos em nosso palco alunos da CAL, da UNIRIO e da Escola Martins Penna, em seus espetáculos de formatura. As produções eram excelentes, com textos de Machado de Assis e Lorca, entre outros, dirigidos por profissionais experimentados como Tonico Pereira e Hamilton Vaz Pereira.

Tivemos também apresentações do texto “NINGUÉM MAIS VAI SER BONZINHO” de Diego Molina, patrocinado pela OI, que foi desenvolvido como um espetáculo com acessibilidade na comunicação. Uma das raras e mais bem sucedidas experiências neste segmento de diversão e entretenimento.

NINGUÉM MAIS VAI SER BONZINHO - Primeiro espetáculo teatral no Rio de Janeiro a oferecer ao públicom em tempo real, linguagem brasileira de sinais (Libras), estenotipia computadorizada (legendas), audiodescrição (com fones de ouvido) e programa da peça em Braile, garantindo o acesso do deficiente audiovisual ao teatro. Texto e direção de Diego Molina. Supervisão de Bosco Brasil. Oi Futuro e Solar de Botafogo / RJ.